domingo, 7 de novembro de 2010

Stay with me.

Em primeiro lugar, ODEIO Garopaba. Ah, por que? Simples. Fica a 85 km daqui, como vocês já devem saber.
É díficil entender que odeio não fazer parte da diversão dele? É difícil ver que eu amo ele, e que ele é minha própria vida?
E eu estou pirando diáriamente, cada segundo que não estamos nos falando me bate a súbita vontade de chorar desesperadamente. Sério, eu estou me sentindo muito idiota.
Eu quero que ele saia, que ele faça as coisas sem mim, mas na hora de deixar ele ir, SENHOR EU NÃO CONSIGO. E eu odeio ser a namorada maluca, e blá, blá. Mas eu não consigo simplesmente dizer: Tudo bem amor, pode ir. 
Sabe quando você faz algo sem a menor concentração e sem vontade? É assim que minha vida é sem ele.
Aliás que vida? Eu não consigo viver normalmente sem ele.
Acho que me tornei muito dependente dele, desse amor. Acho que fui mal acostumada demais, e o pior é que eu gosto disso. E quando não sou o foco da sua atenção, quando não sou a prioridade do momento, eu começo a surtar e a chorar, chorar, chorar... 
Mas não pense que eu sofro com o nosso amor, ou que você é incapaz de me fazer feliz. Por favor, nunca pense isso. Sabe o que é realmente difícil pra mim? Pensar que em um mês eu não vou te ter ao meu lado o tempo inteiro.
Eu sinto como se facas fossem atiradas ao meu peito todos os dias, e quanto mais se aproxima do fim maiores são os pedaços arrancados. Estou vendo o dia que minhas lágrimas serão gotas de sangue. Eu realmente espero suportar. Eu não sei o que será da minha vida até o fim das férias. 
Só não esqueça que eu te amo como ninguém nunca vai te amar. 
Eu não preciso de vida, sem você.

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